Edição 2026
O compliance segue em plena transição: ampliando cobertura com times enxutos, enfrentando lacunas de maturidade, buscando automação e parcerias, acelerando a transformação digital e demonstrando valor para conquistar engajamento e recursos. Esse movimento já está redefinindo o papel das áreas e exige preparação rápida.
Esta pesquisa, desenvolvida com respostas de 129 profissionais de compliance em todo o Brasil, traz insights práticos sobre como as organizações estão estruturando seus programas, gerenciando riscos e adotando tecnologia para lidar com esse cenário cada vez mais complexo.
Conduzido pela Be.Aliant e Protiviti, o estudo reúne percepções de profissionais de diferentes níveis hierárquicos — com predominância de coordenadores, gerentes e líderes de grandes e médias organizações.
O resultado é um panorama exclusivo e atualizado do setor, que revela prioridades, desafios e necessidades reais, além de mostrar como as empresas estão se preparando para as tendências que moldarão o compliance brasileiro em 2026.
Canais de Denúncias seguem como pilar central
96,9% das organizações já contam com Canal de Denúncias, reforçando seu papel como principal instrumento de detecção e gestão de riscos éticos.
Times enxutos, escopos cada vez maiores
65% das áreas de Compliance operam com equipes de até 5 pessoas, mesmo com a ampliação de responsabilidades como LGPD, riscos psicossociais e governança.
Maturidade declarada ainda esconde lacunas críticas
Apesar da ampla adoção de políticas e códigos, apenas 36% realizam auditorias regulares e mais da metade não mede a efetividade do programa por KPIs.
Tecnologia já é realidade mas a integração ainda não
84% utilizam soluções tecnológicas em Compliance, mas a fragmentação de sistemas e dados segue como o principal obstáculo para ganhos reais de eficiência.
Inteligência Artificial ainda está em fase inicial
Somente 33% das empresas já implementaram IA em Compliance, e os níveis de satisfação com essas soluções ainda são baixos, especialmente em riscos e background check.
Demonstrar valor virou prioridade estratégica
Limitações orçamentárias e baixo engajamento da liderança colocam pressão sobre as áreas para provar resultados, retorno e impacto do Compliance nos negócios.
129 profissionais de Compliance
16 estados
19 setores
54% em posições de liderança
74% de empresas com até 5 mil colaboradores
44% com faturamento acima de R$ 1 bilhão
aumentar a maturidade do Programa de Integridade
tornar o compliance mais eficiente com times enxutos
compreender os riscos mais críticos para 2026
aprofundar análises antes de decidir sobre IA
justificar orçamento com base em benchmarks nacionais
fortalecer cultura e engajamento
A pesquisa apresenta um panorama atualizado sobre os principais desafios, prioridades e tendências que estão moldando o Compliance no Brasil, com foco em como as organizações estão se preparando para 2026 diante de equipes enxutas, maior complexidade regulatória e avanço da tecnologia.
O estudo aborda temas centrais como estrutura e maturidade dos Programas de Compliance, gestão de riscos, Canais de Denúncias, uso de tecnologia e Inteligência Artificial, automação de processos, integração com outras áreas, estrutura de equipes, terceirização e demonstração de valor para a liderança.
A pesquisa traz dados sobre tamanho e estrutura das equipes, adoção e efetividade dos pilares do Compliance, uso de tecnologia, nível de maturidade dos programas, principais riscos enfrentados pelas organizações, prioridades para os próximos anos e desafios relacionados a orçamento, recursos e engajamento da liderança.
A análise foi conduzido pela Be.Aliant em parceria com a Protiviti e contou com a participação de 129 profissionais de Compliance de todo o Brasil, de diferentes setores, portes de empresa e níveis hierárquicos, com predominância de coordenadores, gerentes e líderes da área.
Os insights podem ser utilizados como benchmark para comparar sua realidade com o mercado, apoiar o planejamento do Compliance para 2026, orientar decisões sobre tecnologia e estrutura, fortalecer o diálogo com a liderança e definir prioridades mais claras para evolução do Programa de Integridade.
O material é indicado para profissionais e líderes de Compliance, Riscos, Governança, Auditoria, Jurídico, RH, ESG e áreas correlatas, além de empresas que desejam fortalecer ou revisar seus Programas de Compliance com base em dados e referências do mercado.
Além dos dados, o estudo apresenta análises e insights práticos que ajudam a interpretar os resultados e transformá-los em decisões mais estratégicas e aplicáveis à realidade das organizações.
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